Causas da infertilidade

Em mulheres:

Alterações na ovulação:

A diminuição da função ovariana (produção inadequada de óvulos) começa em torno dos 35 anos e acelera após 37 anos. A fertilidade é quase zero aos 45 anos. Junto com a diminuição da fertilidade, há um aumento no índice de abortamento, com uma taxa de 35% aos 40 anos de idade. Mulheres com menopausa precoce têm este declínio da fertilidade muito mais jovem. Há mulheres que não ovulam ou que têm uma ovulação irregular ou espaça. A falta de ovulação pode ser causada também pela síndrome dos ovários policísticos

Lesões nas tubas uterinas:

Essas lesões podem dificultar ou impedir a passagem dos espermatozóides. Está entre as causas mais comuns de infertilidade (30%). História pregressa de doença inflamatória pélvica, aborto infectado, apendicite rôta, endometriose, gravidez ectópica, sugerem a possibilidade de dano tubário. Outra causa seria a cirurgia de laqueadura tubária.

Endometriose:

É uma grande causa de infertilidade e pode estar presente mesmo sem sintomas (cólica menstrual e dor na relação sexual). Caracteriza-se pela presença de células da parte interna do útero (endométrio) fora deste local. Os locais mais comumente encontrados são ovários, estruturas adjacentes ao útero e tubas uterinas. Sua prevalência está em torno de 20-40% das mulheres com infertilidade, 5-20% das mulheres com dor pélvica e em mulheres em geral, e, em idade reprodutiva é de 3-10%. A infertilidade associada à endometriose está relacionada a três mecanismos: distorção das tubas uterinas – o que dificultaria ou impediria a adequada captação do óvulo; interferência no desenvolvimento do óvulo ou na fase inicial embrionária; e reduzida receptividade endometrial ao embrião.

fator cervical:

é natural que o útero produza um muco que, no período ovulatório, favorece a sobrevivência e a locomoção dos espermatozóides. No entanto, a quantidade e qualidade do muco de algumas mulheres pode causar o efeito contrário. Resultados ruins podem ser encontrados em pacientes com infecção do colo uterino, uso de medicamentos anti-estrogênicos (citrato de clomifeno) ou lesão prévia nas glândulas endocervicais (produzem o muco) decorrente de tratamento de Papanicolau alterado. Técnica de coito ineficaz, o colo do útero ter um formato ou características diferentes e falha na ejaculação seriam outras causas de teste anormal.

fator uterino:

anormalidades uterinas são causas incomuns de infertilidade, mas têm que ser consideradas. As alterações anatômicas uterinas incluem pólipos, miomas, aderências intra-uterinas e malformação uterina. Geralmente estão mais associadas com perdas gestacionais recorrentes e complicações obstétricas do que com infertilidade.

idade:

a taxa de fertilidade diminui em idades avançadas. Esta queda já está presente tão cedo quanto após 35 anos de idade na mulher. Além do envelhecimento do ovário, outros problemas também são mais comuns, como anomalias uterina (miomas e pólipos), endometriose e aderências. As mulheres nascem com todos os óvulos para toda a sua vida. Todo mês, independente da ovulação, centenas de óvulos morrem num processo chamado de atresia. A maioria das mulheres perdem seus óvulos de melhor qualidade mais cedo em sua vida reprodutiva e os óvulos que permanecem no ovário aos 40 anos são na maioria anormais. Seus óvulos oferecem menor chance de fertilização, implantação, e manutenção da gravidez. A idade também está relacionada com o aumento da chance de síndrome de Down, por exemplo.

fatores imunológicos:

Alguns problemas imunológicos podem causar aborto, falhas em reprodução assistida e infertilidade. O sistema imune é o principal mecanismo de defesa do nosso corpo contra agentes externos. Esses agentes externos podem ser vírus e bactérias ou, ainda, células estranhas. Essas células são reconhecidas por “não-próprias” pelo nosso organismo e, por esse motivo, questiona-se: o que acontece quando um novo ser, que tem metade de sua carga genética compatível com o organismo do pai começa a se desenvolver no útero da mãe? Acredita-se que o sistema imune materno possui mecanismos para reconhecimento de um feto com carga genética diferente e, com isso, consiga protegê-lo. São os anticorpos bloqueadores que protegem o embrião recém-implantado no útero.

sem causa aparente:

Mesmo após cuidadosa investigação, as causas de infertilidade podem não ser diagnosticadas, o que pode atingir 10% dos casais. Em muitos casos, os casais têm mais de uma causa de infertilidade, sendo portanto, necessária avaliação completa do casal.


Em homens:

A infertilidade masculina está presente em 30% dos casais com infertilidade. Esta alta freqüência parece estar crescendo em paralelo com uma possível diminuição no número e função dos espermatozóides em todo o mundo. O espermatozóide é uma célula relativamente frágil e pode ser danificada por várias condições ambientais e hábitos de vida. Aumento na temperatura do organismo resultante de doenças, períodos prolongados em banheiras quentes e roupas apertadas podem alterar a produção e função dos espermatozóides. Exercícios extenuantes repetitivos como correr maratonas, longas distâncias de bicicleta, bem como ganho ou perda exagerada de peso podem também alterar a produção espermática. Drogas, incluindo nicotina e álcool, podem diminuir a fertilidade masculina e devem reduzir ou evitar consumo durante tentativas para engravidar. Exposição à toxinas ambientais, como metais pesados ou outras substâncias químicas também reduz a produção espermática.

alterações na produção de espermatozóides:

é a principal causa de infertilidade masculina; problemas na produção (baixa quantidade e motilidade) e na maturação (morfologia anormal) dos espermatozóides reduzem as chances de fertilização natural e podem ter sido causados por doenças infecciosas ou inflamatórias, alterações hormonais, alterações imunológicas, fatores ambientais e estilo de vida ou exposição à radiação, além de alterações em genes e cromossomos.

obstruções anatômicas:

são alterações no formato do sistema reprodutor masculino que podem bloquear o fluxo do líquido seminal. Algumas dessas alterações são genéticas e outras podem acontecer depois de infecções e inflamações.

infecções:

microorganismos como clamídia e niesseria gonorrhea podem diminuir a fertilidade e são tratados eficazmente com antibióticos.

disfunções hormonais:

não produção adequada de hormônios que controlam a produção de espermatozóides (hipogonadismo hipogonadotrófico), pode causar infertilidade. Nesta condição rara, o hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), tem sua produção deficiente, levando à uma diminuição na produção de espermatozóides e de testosterona pelo testículo.

varicocele:

é um aumento das veias dos testículos, mais comumente presente no testículo esquerdo. A varicocele dificulta o fluxo de sangue necessário para esfriar os testículos, assim aumentando a temperatura no testículo acometido. Pode estar acompanhada de dor e freqüentemente pode ser tratada cirurgicamente por um urologista.

ejaculação retrógrada:

ocorre quando os espermatozóides são propelidos para trás, em direção da bexiga e não ejaculados através do pênis. Pode ser causada por cirurgia prévia, doença da medula espinhal, diabetes.

outros fatores:

a disfunção sexual (impotência), diabetes, problemas no sistema nervoso central ou tumores na hipófise também podem causar infertilidade.

imunológico:

raramente o homem produz anticorpos contra seus próprios espermatozóides. Em muitos casos, os casais têm mais de uma causa de infertilidade, sendo portanto, necessária avaliação completa do casal.


Abortamento

A paciente que apresenta dois ou mais abortamentos espontâneos consecutivos, precisa de acompanhamento especial para conseguir engravidar – abortos são comuns, mas não em quantidade excessiva. Nesses casos é recomendado que a mulher consulte um especialista para diagnosticar a causa destas perdas. Existem várias causas, entre elas: malformações uterinas, miomas, insuficiência do colo uterino, insuficiência lútea, causas genéticas, imunológicas, doenças crônicas, infecções ou alterações ovulatórias.

Em mulheres:

Alterações na ovulação:

A diminuição da função ovariana (produção inadequada de óvulos) começa em torno dos 35 anos e acelera após 37 anos. A fertilidade é quase zero aos 45 anos. Junto com a diminuição da fertilidade, há um aumento no índice de abortamento, com uma taxa de 35% aos 40 anos de idade. Mulheres com menopausa precoce têm este declínio da fertilidade muito mais jovem. Há mulheres que não ovulam ou que têm uma ovulação irregular ou espaça. A falta de ovulação pode ser causada também pela síndrome dos ovários policísticos

Lesões nas tubas uterinas:

Essas lesões podem dificultar ou impedir a passagem dos espermatozóides. Está entre as causas mais comuns de infertilidade (30%). História pregressa de doença inflamatória pélvica, aborto infectado, apendicite rôta, endometriose, gravidez ectópica, sugerem a possibilidade de dano tubário. Outra causa seria a cirurgia de laqueadura tubária.

Endometriose:

É uma grande causa de infertilidade e pode estar presente mesmo sem sintomas (cólica menstrual e dor na relação sexual). Caracteriza-se pela presença de células da parte interna do útero (endométrio) fora deste local. Os locais mais comumente encontrados são ovários, estruturas adjacentes ao útero e tubas uterinas. Sua prevalência está em torno de 20-40% das mulheres com infertilidade, 5-20% das mulheres com dor pélvica e em mulheres em geral, e, em idade reprodutiva é de 3-10%. A infertilidade associada à endometriose está relacionada a três mecanismos: distorção das tubas uterinas – o que dificultaria ou impediria a adequada captação do óvulo; interferência no desenvolvimento do óvulo ou na fase inicial embrionária; e reduzida receptividade endometrial ao embrião.

fator cervical:

é natural que o útero produza um muco que, no período ovulatório, favorece a sobrevivência e a locomoção dos espermatozóides. No entanto, a quantidade e qualidade do muco de algumas mulheres pode causar o efeito contrário. Resultados ruins podem ser encontrados em pacientes com infecção do colo uterino, uso de medicamentos anti-estrogênicos (citrato de clomifeno) ou lesão prévia nas glândulas endocervicais (produzem o muco) decorrente de tratamento de Papanicolau alterado. Técnica de coito ineficaz, o colo do útero ter um formato ou características diferentes e falha na ejaculação seriam outras causas de teste anormal.

fator uterino:

anormalidades uterinas são causas incomuns de infertilidade, mas têm que ser consideradas. As alterações anatômicas uterinas incluem pólipos, miomas, aderências intra-uterinas e malformação uterina. Geralmente estão mais associadas com perdas gestacionais recorrentes e complicações obstétricas do que com infertilidade.

idade:

a taxa de fertilidade diminui em idades avançadas. Esta queda já está presente tão cedo quanto após 35 anos de idade na mulher. Além do envelhecimento do ovário, outros problemas também são mais comuns, como anomalias uterina (miomas e pólipos), endometriose e aderências. As mulheres nascem com todos os óvulos para toda a sua vida. Todo mês, independente da ovulação, centenas de óvulos morrem num processo chamado de atresia. A maioria das mulheres perdem seus óvulos de melhor qualidade mais cedo em sua vida reprodutiva e os óvulos que permanecem no ovário aos 40 anos são na maioria anormais. Seus óvulos oferecem menor chance de fertilização, implantação, e manutenção da gravidez. A idade também está relacionada com o aumento da chance de síndrome de Down, por exemplo.

fatores imunológicos:

Alguns problemas imunológicos podem causar aborto, falhas em reprodução assistida e infertilidade. O sistema imune é o principal mecanismo de defesa do nosso corpo contra agentes externos. Esses agentes externos podem ser vírus e bactérias ou, ainda, células estranhas. Essas células são reconhecidas por “não-próprias” pelo nosso organismo e, por esse motivo, questiona-se: o que acontece quando um novo ser, que tem metade de sua carga genética compatível com o organismo do pai começa a se desenvolver no útero da mãe? Acredita-se que o sistema imune materno possui mecanismos para reconhecimento de um feto com carga genética diferente e, com isso, consiga protegê-lo. São os anticorpos bloqueadores que protegem o embrião recém-implantado no útero.

sem causa aparente:

Mesmo após cuidadosa investigação, as causas de infertilidade podem não ser diagnosticadas, o que pode atingir 10% dos casais. Em muitos casos, os casais têm mais de uma causa de infertilidade, sendo portanto, necessária avaliação completa do casal.


Em homens:

A infertilidade masculina está presente em 30% dos casais com infertilidade. Esta alta freqüência parece estar crescendo em paralelo com uma possível diminuição no número e função dos espermatozóides em todo o mundo. O espermatozóide é uma célula relativamente frágil e pode ser danificada por várias condições ambientais e hábitos de vida. Aumento na temperatura do organismo resultante de doenças, períodos prolongados em banheiras quentes e roupas apertadas podem alterar a produção e função dos espermatozóides. Exercícios extenuantes repetitivos como correr maratonas, longas distâncias de bicicleta, bem como ganho ou perda exagerada de peso podem também alterar a produção espermática. Drogas, incluindo nicotina e álcool, podem diminuir a fertilidade masculina e devem reduzir ou evitar consumo durante tentativas para engravidar. Exposição à toxinas ambientais, como metais pesados ou outras substâncias químicas também reduz a produção espermática.

alterações na produção de espermatozóides:

é a principal causa de infertilidade masculina; problemas na produção (baixa quantidade e motilidade) e na maturação (morfologia anormal) dos espermatozóides reduzem as chances de fertilização natural e podem ter sido causados por doenças infecciosas ou inflamatórias, alterações hormonais, alterações imunológicas, fatores ambientais e estilo de vida ou exposição à radiação, além de alterações em genes e cromossomos.

obstruções anatômicas:

são alterações no formato do sistema reprodutor masculino que podem bloquear o fluxo do líquido seminal. Algumas dessas alterações são genéticas e outras podem acontecer depois de infecções e inflamações.

infecções:

microorganismos como clamídia e niesseria gonorrhea podem diminuir a fertilidade e são tratados eficazmente com antibióticos.

disfunções hormonais:

não produção adequada de hormônios que controlam a produção de espermatozóides (hipogonadismo hipogonadotrófico), pode causar infertilidade. Nesta condição rara, o hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), tem sua produção deficiente, levando à uma diminuição na produção de espermatozóides e de testosterona pelo testículo.

varicocele:

é um aumento das veias dos testículos, mais comumente presente no testículo esquerdo. A varicocele dificulta o fluxo de sangue necessário para esfriar os testículos, assim aumentando a temperatura no testículo acometido. Pode estar acompanhada de dor e freqüentemente pode ser tratada cirurgicamente por um urologista.

ejaculação retrógrada:

ocorre quando os espermatozóides são propelidos para trás, em direção da bexiga e não ejaculados através do pênis. Pode ser causada por cirurgia prévia, doença da medula espinhal, diabetes.

outros fatores:

a disfunção sexual (impotência), diabetes, problemas no sistema nervoso central ou tumores na hipófise também podem causar infertilidade.

imunológico:

raramente o homem produz anticorpos contra seus próprios espermatozóides. Em muitos casos, os casais têm mais de uma causa de infertilidade, sendo portanto, necessária avaliação completa do casal.


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A paciente que apresenta dois ou mais abortamentos espontâneos consecutivos, precisa de acompanhamento especial para conseguir engravidar – abortos são comuns, mas não em quantidade excessiva. Nesses casos é recomendado que a mulher consulte um especialista para diagnosticar a causa destas perdas. Existem várias causas, entre elas: malformações uterinas, miomas, insuficiência do colo uterino, insuficiência lútea, causas genéticas, imunológicas, doenças crônicas, infecções ou alterações ovulatórias.

 
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