fbpx

Injeção Intra-Citoplasmática de Espermatozóide (ICSI)

Imagem Injeção Intra-Citoplasmática de Espermatozóide (ICSI)

A injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI) é um método de fecundação avançada que se tornou uma alternativa revolucionária, uma vez que oferece alta taxa de concepção para homens que inicialmente eram diagnosticados com infertilidade irreversível ou intratável.
Em resumo, a ICSI é definida como um aprimoramento da fertilização in vitro clássica, porém, é considerada um dos tratamentos de reprodução assistida.

O procedimento de injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI), como o nome já indica, consiste em injetar o espermatozoide selecionado diretamente em um óvulo maduro por meio de uma agulha extremamente fina, conduta guiada pelo embriologista com auxílio de microscópio. Após o período que varia de 17 a 21 horas, a fertilização é verificada, ou seja, se os embriões estão se desenvolvendo (clivagem) para que, posteriormente, os melhores sejam transferidos para o útero da mulher ou da pessoa que vai gestar o bebê.

Como a ICSI é um processo feito via laboratório, a primeira etapa é a estimulação da produção dos gametas na mulher e no homem. A etapa seguinte é coletá-los e avaliá-los. No caso dos homens, a análise tem o objetivo de certificar a presença de espermatozoides no sêmen, bem como selecionar os mais capacitados.

A injeção intracitoplasmática de espermatozoide é uma das soluções para casos de infertilidade masculina nas quais os outros métodos de tratamento exigem uma determinada quantidade de espermatozoides

Outras indicações da ICSI são:

  • Causas de infertilidade masculina severas, obstrutiva ou não obstrutiva, como a vasectomia prévia, a oclusão inflamatória, a ausência congênita do ducto deferente e a insuficiência testicular, que levam a ausência de espermatozoides no ejaculado.

Além da injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI) fazem parte das técnicas de alta complexidade: injeção de espermatozoide morfologicamente selecionado (IMSI), birrefringência da zona pelúcida, visualização do fuso meiótico, assisted hatching (eclosão assistida) e diagnóstico genético pré implantacional (PGD/PGS), que são consideradas tecnologias e procedimentos complementares.