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Mesmo que você não tenha acompanhado, talvez, conheça alguns assuntos que foram abordados na novela “Amor de Mãe”. É claro que se trata de ficção, mas as histórias retratadas podem ser encontradas ou são parecidas com as da “vida real”, sendo a fertilidade e os desafios de ser mãe algumas delas. Abaixo temos alguns exemplos de situações que envolveram o assunto, além de ter abordado tratamentos da reprodução assistida.

– Dificuldades para engravidar, idade avançada e gravidez tardia

Vitória, personagem da atriz Taís Araújo teve muita dificuldade para engravidar (e sofria muito com isso, pois sonhava em ser mãe). Recorreu à reprodução assistida logo no começo da novela, mas não conseguiu e seguiu para a adoção. Após algum tempo, descobriu uma   gravidez natural que, mesmo sendo uma conquista enorme e feliz, foi preciso cuidado. Gestações após os 40 anos são consideradas de alto risco.

– Aborto, complicações e barriga solidária

Jéssica, personagem da atriz Jéssica Ellen, não planejava ser mãe (não no momento retratado), mas acabou engravidando. No entanto, ela sofreu um aborto espontâneo, que trouxe complicações graves e foi preciso remover o útero para conter uma hemorragia. Após todo o impacto psicológico, que é real e abala muito as mulheres que passam por essa situação, ela e o marido Danilo (Chay Suede) optaram por uma fertilização in vitro (FIV) com barriga solidária. Quem gestou o filho foi a sogra Thelma, personagem da atriz Adriana Esteves.

– Fertilização in vitro para salvar um filho

Quem acompanhou “Laços de Família” já conhece a história de engravidar para salvar um filho de uma doença grave e que necessita de transplante. A diferença é que, em “Amor de Mãe”, a personagem Lídia (Malu Galli) não era a mãe, portanto, ela passou por uma fertilização in vitro (FIV) e foi a barriga solidária. Em resumo, ela gestou o bebê, embrião formado em laboratório com os gametas do atual namorado, Magno com a ex-esposa. O objetivo, além de ser mãe novamente, é claro, afinal, ela perdeu um filho de forma trágica, era salvar a menina Brenda, que tinha talassemia.

Embora as histórias sejam ficções e alguns detalhes, principalmente os médicos não sejam exatamente como a realidade, é importante abordar os assuntos para o grande público. Assim, pessoas que vivem essas experiências se sentem representadas, além de incentivar a busca por ajuda.