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ESTIMULAÇÃO OVARIANA NA FASE LÚTEA: TEMOS UM PROTOCOLO IDEAL NO SENTIDO DE PRESERVAR A FERTILIDADE?

Alessandro Schuffner, Rodrigo Sell Poletto, Thiago Placido, Mario Cavagna. Conceber – Centro de Medicina Reprodutiva, Curitiba, Instituto Sapientiae, São Paulo, Brasil.

Conclusão: Em condições clínicas em que a quimioterapia precisa ser iniciada o quanto antes, a estimulação ovariana iniciada na fase lútea nos mostrou que podemos conseguir uma grande quantidade de óvulos, mas esta abordagem, neste caso particular, não apresentou uma boa taxa de fertilização.

PRESERVAÇÃO DA FERTILIDADE: HIPERESTIMULAÇÃO OVARIANA NA FASE FOLICULAR TARDIA OFERECE UM BOM NÚMERO DE OÓCITOS.
Alessandro Schuffner, Rodrigo Sell Poletto, Janiceli Silvestri, Thiago Placido. Conceber – Centro de Medicina Reprodutiva, Curitiba.

Conclusões: Em situações clínicas em que se necessita iniciar a quimioterapia o quanto antes, a estimulação ovariana iniciada na fase folicular tardia se mostrou capaz de produzir um bom número de óvulos para criopreservação o que parece ser uma opção promissora para preservar a fertilidade.

A APLICAÇÃO DE TÉCNICAS DE ANÁLISE DO METABOLOMA NA REPRODUÇÃO HUMANA ASSISTIDA
Cristiane Grundmann, Thiago Plácido, Rodrigo Poletto, Maria Cecília Garbelini, Mariana Pereira, Alessandro Schuffner. Conceber – Centro de Medicina Reprodutiva, Faculdades Pequeno Príncipe

Conclusão: Com este estudo, observa-se que os métodos não invasivos, e em especial a análise do metaboloma, são úteis para a obtenção de melhores resultados na RHA, aumentando a taxa de implantação bem como diminuindo a probabilidade de gravidez gemelar. Esses estudos com marcadores bioquímicos específicos comprovam que a seleção mais apurada dos embriões aumenta a eficiência da FIV, visto que possibilita melhores resultados na transferência de um único embrião, proporcionando ainda um aumento na taxa de implantação embrionária.