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(Criopreservação e descongelamento de espermatozóides humanos fracionados e translocação da fosfatidilserina na membrana plasmática).
Duru, N.K., Morshedi, M., Schuffner Alessandro, Oehninger, S. Fertility and Sterility, 2001, 75 (2): 263-268.

Objetivo

[1] Avaliar o dano da membrana plasmática durante a criopreservação e descongelamento pela avaliação da translocação da fosfatidilserina (PS) e [2] avaliar a relação entre espécies reativas de oxigênio (ROS) e alterações relacionadas à criopreservação.

Desenho

Estudo prospectivo de coorte

Local

Centro Universitário

Pacientes

Homens investigando infertilidade e doadores férteis (controle)

Principais avaliações

Translocação da PS na membrana foi avaliada pela ligação da anexinaV; geração de ROS foi detectada por quimiluminescência, e parâmetros de motilidade foram avaliadas por análise computadorizada.

Resultados

Ligação da anexina V foi detectada nas frações pré congelamento com alta e baixa motilidade. No grupo de pacientes, houve níveis significativamente superiores de ligação da anexina V após o descongelamento em ambas as frações quando comparadas com os valores pré congelamento. Entretanto, estas induções da translocação da PS foram significativamente maiores nas frações com alta motilidade. Níveis significativamente superiores de ROS foram detectados em amostras pré congelamento de frações com baixa motilidade.

Conclusões

Na população de homens estudados, [1] a criopreservação e descongealamento estão associadas com indução da translocação da OS na membrana; [2] níveis de ROS pós descongelamento foram menores que antes do congelamento; e [3] nem os resultados da ligação da anexina V ou a geração de ROS permitiram predizer com precisão as taxas de criosobrevivência dos espermatozóides.