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O objetivo do estudo foi analisar os resultados de ciclos de ICSI em casais que o diagnóstico principal de infertilidade foi azzospermia obstrutiva e não obstrutiva.
A taxa fertilização foi significativamente baixa (64% vs. 73%, p= 0.02), taxa de gravidez clínica (13%vs. 47% p<0.001) e taxa de embriões de boa qualidade (35% vs. 56%, p=0.009) foram observados em pacientes com azoospermia não obstrutiva. Em pacientes com azoospermia obstrutiva não foram observados diferenças significantes quando os resultados foram analisados baseados na origem do espermatozóide, TESE ou MESA. Em conclusão, quando, associamos TESE ou MESA com ICSI em pacientes com azoospermia obstrutiva os resultados em termos de fertilização, implantação e taxa de gravidez são similares aquelas encontradas em pacientes não azoospérmicos que tenha sido submetida á ICSI com espermatozóide ejaculado. Casos de azoospermia não obstrutiva apresentam baixa fertilização, qualidade embrião e taxa gravidez do que azoospermia obstrutiva, provavelmente devido à defeitos graves na espermatogênese que influenciam na qualidade inferior do gameta. Schuffner A, et al.