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Schuffner Alessandro, et al. Jornal Brasileiro de Reprodução Assistida, 2001, 5(3): 106-110.

Resumo

O estudo dirigido foi para analisar os resultados de ciclos de ICSI em casais em que o diagnóstico principal de infertilidade foi azoospermia obstrutiva e não obstrutiva.
Significativamente baixa a taxa fertilização (64% vs. 73%, p=0.02), taxa gravidez clínica (13% vs. 47% p?0.001) e taxa de embriões de boa qualidade (35% vs 56%, p=0.009) foram observadas em pacientes com azoospermia não obstrutiva. Em pacientes com azoospermia obstrutiva não foram observadas diferenças significantes quando os resultados foram analisados baseados na origem do esperma de TESE ou MESA. Em conclusão, quando, associamos TESE ou MESA com ICSI em pacientes com azoospermia obstrutiva os resultados em termos de fertilização, implantação e taxa de gravidez são similares aquelas encontradas em pacientes não azoospérmicos que tenha sido submetida à ICSI com esperma ejaculado. Caso de azoospermia não obstrutiva apresenta baixa fertilização, qualidade embrião e taxa gravidez do que azoospermia obstrutiva, provavelmente devido a defeitos severos na espermatogênese para qualidade inferior do gameta.